A dieta

A forma de nos alimentarmos pode influir no processo celulítico, favorecendo o seu agravamento ou, vice-versa, ajudando a sua resolução.

Não existe uma verdadeira dieta anti-celulite, visto que a vantagem para o organismo está relacionada com uma série de factores concomitantes e não tem semelhança com as dietas de emagrecimento; a acção destas, com efeito, explica-se pela redução da gordura orgânica, sobretudo a parte que é saudável e bem vascularizada; em compensação, quando se recupera a gordura, aumentam precisamente os tecidos celulíticos.

Uma dieta eficaz contra a celulite deve, pois, prescindir da finalidade de emagrecer ou de engordar, mas deve exercer uma função de equilíbrio, de desintoxicação e de regulação geral.

Em suma, deve ser:

  • equilibrada;
  • ligeiramente hipocalórica;
  • muito rica em água;
  • rica em verduras e em fruta;
  • rica em aromas vegetais;
  • de conteúdos vitamínico e mineral equilibrados;
  • moderada no teor de sal;
  • não demasiado rica em proteínas e em gorduras animais;
  • variada e agradável;
  • com efeito final alcalinizante.

É indispensável à pessoa com celulite beber muita água (pelo menos litro e meio diariamente), sobretudo para favorecer a eliminação dos resíduos e a actividade intestinal. A água contida na cútis celulítica é em quantidade superior ao normal, mas fica bloqueada na hipoderme, sem possibilidade de troca com os restantes tecidos e em particular com a epiderme, que fica seca e translúcida.

Reduzir drasticamente o sal não é conveniente no tratamento da celulite; com efeito, ele serve para reequilibrar o contributo de potássio da fruta, que pelo contrário abunda na dieta anticelulite. É útil sobretudo o sal marinho integral que, além do c1oreto de sódio, contém magnésio, bromo, iodo, zinco, f1úor e boro, todos comprometidos em actividades biológicas fundamentais.

A obstipação e o meteorismo

Ao tratarmos das causas da celulite, vimos como é prejudicial a eliminação demorada dos resíduos intestinais, particularmente quando acompanhada por um considerável meteorismo.

Por isso, é indispensável a reeducação da função evacuatória para acabar com a passagem contínua de toxinas para a circulação sanguínea e desta para os tecidos.

Os laxantes não servem; podem usar-se, mas com prudência e apenas de forma ocasional, pois causam habituação e reduzem a motilidade do cólon. Análogo efeito negativo a longo prazo têm os c1isteres, os microclisteres e os supositórios de glicerina, que habituam o intestino a esvaziar-se só na parte terminal.

A reeducação do intestino contempla uma série de intervenções diversas, visando restabelecer os originários mecanismos fisiológicos da evacuação:

  • consumir muita fruta e muita verdura, alimentos com elevado
  • teor de fibras;
  • beber muita água (pelo menos um litro e meio por dia);
  • mastigar cuidadosamente os alimentos, para favorecer a sua digestão completa, evitando transformações anómalas dos resíduos;
  • observar a máxima regularidade nos horários das refeições e, se possível, na emissão das fezes, habituando os intestinos a evacuar sempre à mesma hora;
  • prestar atenção aos apelos dos intestinos, para evitar que sequem, com a consequente retenção das fezes;
  • entre os frutos, privilegiar os quivis (pelo menos três por dia), devido à sua acção sobre o tónus muscular do cólon; entre os cereais, privilegiar os integrais;
  • na dieta, não abusar de cenouras, maçãs e arroz integral, que exercem uma acção relativamente adstringente.

Uma alimentação adequada, associada à actividade física regular, tem possibilidades de curar a obstipação de ligeira e média gravidade.

Quanto aos tipos de obstipação resistentes ao tratamento, pode recorrer-se a algum preparado vegetal de acção laxativa, que não seja drástico nem irritante, utilizando-o de forma não continuada; mas os melhores e mais radicais resultados são obtidos com a hidrocolonterapia, um tratamento suave e indolor de grande eficácia, que permite verificar, no âmbito do esvaziamento intestinal, a reactividade do cólon e a eficiência dos reflexos de evacuação, para intervir, se necessário, da forma mais adequada. Geralmente, basta um determinado número de sessões para que o cólon retome o seu ritmo normal de evacuação. O esvaziamento radical do cólon favorece também o seu repovoamento com uma flora bacteriana eubiótica, isto é, um conjunto de bactérias «saudáveis» que constituem uma espécie de laboratório interior capaz de bloquear a acção dos agentes anómalos da fermentação e da putrefacção. A correcção da flora bacteriana efectua-se, com o cólon purificado, ministrando doses diárias de lactobacilos e bifidobactérias.

Eliminar a acção dos agentes da fermentação e da putre-facção significa deter o fluxo ininterrupto de toxinas do cólon para o sangue e deste para os tecidos. As localizações celulíticas, juntamente com o fígado, são as primeiras a disto beneficiar.

Se quiser mais informações sobre dietas, consulte a página dietas.pt

Como reconhecer a celulite: os exames instrumentais

Qualquer exame instrumental está em condições de focar uma particularidade característica da infiltração celulítica; a análise comparada dos vários resultados permite uma avaliação exaustiva do tipo e do estádio das «almofadinhas», que recordemo-lo – no mesmo sujeito podem ser diferentes de uma zona do corpo para outra.

A termografia

Este exame permite uma visão de conjunto do tecido celulítico baseando-se nas variações locais de temperatura, relacionadas por sua vez com as alterações locais da função dos vasos capilares.

A termografia clássica é um exame baseado na utilização de uma placa de cristais líquidos que mudam de cor conforme a temperatura da cútis com a qual a placa é posta em contacto.

As diversas respostas, provenientes das diversas zonas de cútis examinadas, desenham uma espécie de mapa das infiltrações celulíticas:

  • zonas quentes e bem irrigadas (saudáveis) de cor azul;
  • zonas frias pouco irrigadas (celulíticas) de cor castanha.

Além da tonalidade da cor da área examinada, é importante a sua uniformidade.

A termografia clássica tem como limites o facto de o exame não ser profundo e de as cores não permanecerem na piam durante muito tempo; além disso, o tipo de placa utilizado e a temperatura ambiente influem nos resultados.

Mais esclarecedores são os relatórios da termografia computorizada, em que se utilizam placas contendo muito mais sensores, não influenciáveis pela temperatura ambiente. As cores correspondentes às diversas áreas da cútis examinadas surgem no monitor do computador e permanecem visíveis para uma análise mais aprofundada.

O exame termográfico é prático, mas não é suficiente para um diagnóstico exaustivo; com efeito, a sua maior utilidade consiste em assinalar as áreas que necessitam de uma investigação mais aprofundada.

A ecografia ultra-sónica

Baseia-se na utilização de uma sonda de ultra-sons que se encosta à zona a examinar. Os feixes de ondas ultra-sónicas penetram no tecido subcutâneo, que o reflecte de forma diferente conforme a densidade dos vários planos.

Este exame permite distinguir exactamente as componentes normais e patológicas das zonas examinadas, assinalando a presença e a extensão de acumulações fibrosas, escleróticas, edematosas.

A videocopiloroscopia

Baseia-se na utilização de um aparelho fotoeléctrico computorizado, capaz de mostrar num ecrã a imagem ampliada e pormenorizada da zona de cútis observada, permitindo examinar os capilares que normalmente são invisíveis a olho nu.

Nas áreas sãs, os capilares sanguíneos estão dispostos num reticulado uniforme, ao passo que nas localizações celulíticas apresentam-se dilatados em alguns pontos (sinal de estase circulatória), com inúmeras interrupções.

A análise impedanciométrica

É uma técnica que visa examinar a composição corporal no que diz respeito a água, massa magra e gordura. Associada a outras investigações, permite tirar conclusões gerais sobre o tipo de celulite existente (predominantemente fibrosa ou edematosa).

Executa-se aplicando um par de eléctrodos nas costas de uma das mãos e outro no peito de um dos pés.

Um computador ligado aos eléctrodos processa a informa ção, estabelecendo a percentagem das várias componentes dos tecidos, quer a nível geral quer a nível local.

Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica Invel

Informações – Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica:

A Biocerâmica Invel ® desenvolvida com tecnologia japonesa, é incorporada ao tecido de poliamida e elastano da Bermuda Anti-celulite, que absorve o espectro de luz e emite uma pequena faixa de infravermelho com propriedade terapêutica. A Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica Invel® possui a tecnologia Aqcua Dry, permitindo que a transpiração do corpo passe para fora, mantendo – o seco. Além disso, possui a proteção contra os raios UVA e UVB.

Vista a Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica Invel ® de modo que ela se ajuste confortavelmente. Não há restrições para o tempo de uso diário da Bermuda Invelf reg. Há um manual explicativo com mais informações. Ela pode ser usada tanto por homens quanto por mulheres em casa, no trabalho, ou até mesmo dormindo num período mínimo de 6 horas diárias para melhores resultados.

A Bermuda Invel é feita de poliamida e elastano, sendo que no tecido é incorporado a BIOCERÂMICA, que consiste em um mineral sintético de tecnologia japonesa composto de Sílica de Alumina e Magnésio. A BIOCERÂMICA absorve todo o espectro de luz e emite uma pequena faixa de infravermelho longo que estimula o metabolismo celular e a micro circulação local. São 3 tecnologias em um único tecido:

  • Aquadry – a bermuda não aquece e expulsa o suor, permitindo que a transpiração do corpo passe para fora dele, mantendo o corpo seco, inclusive pode ser usada por baixo da roupa, pois não marca.
  • Uvblock – protege contra a ação dos raios ultravioleta.Invel – tecido com biocerâmica emissor de infravermelho longo.
  • A Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica INVEL não tem qualquer tipo de mecanismo, não possui fios e nem a necessidade de ser “ligada” ou “carregada” de energia.

Pesquisas comprovam que associando o uso diário por 6 horas da Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica INVEL à uma dieta alimentar, mais exercícios físicos já será possível obter resultados consideráveis.

O uso da bermuda durante 30 dias, por pelo menos 6 horas, equivale a 8 sessões de drenagem linfática manual.

Estudo do efeito do tecido de biocerâmica bermuda Anti-celulite invel

As pessoas que sofrem de problemas circulatórios graves na região de aplicação da Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica INVEL (cintura, culote e coxas), tais como tromboembolismos, varizes, etc., deverão consultar um médico, antes do uso do produto.

Usuários que sofram de problemas graves de pele nessas regiões, tais como, dermatites, alergias, infecções cutâneas, etc., também deverão consultar um médico, antes do uso do produto.

Pessoas que tenham hipersensibilidade aos componentes do tecido que compõem a Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica INVEL deverão evitar o seu uso.

Armazene a Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica INVEL em local seco, limpo e protegido da umidade excessiva e da ação de agentes químicos.

LIMPEZA E CONSERVAÇÃO: A bermuda deve ser lavada somente com água e sabão neutro. Evite o uso de alvejantes e produtos de limpeza fortes, bem como de solventes orgânicos, sob o risco de danos permanentes do produto.

Secar a sombra. Lavar roupas claras separadamente.

Benefícios – Bermuda Anti-celulite de Biocerâmica:

  • O uso da bermuda durante 30 dias equivale a 8 sessões de drenagem linfática manual.
  • Ajuda a ativar a circulação sanguínea;
  • Atua no metabolismo interna e externamente;
  • Pode ser usada por homens e mulheres sem restrições de idade;
  • Atua como coadjuvante no combate a celulite;
  • Auxilia no combate à proliferação excessiva de bactérias e protege contra os raios UVA e UVB;
  • Melhora o aspecto da pele
  • Pode ser usada em casa, no trabalho, ou até mesmo dormindo

Se estiver interessada poderá comprar directamente da Invel, clicando aqui. Deixe-nos um comentário sobre se este produto resultou em si.